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19 de jul de 2007

As vezes acho certo, as vezes acho errado


Forjado de armaduras, alado; calado.
Enfraquecido, esquecido, ferido, sonho interrompido.
Latindo, latindo.
São bolhas de palavras, que estouram e ecoam!
Traição!
Desilusão!
Sem coração!
É a comédia da vida, falida.
Amor entregue a primeira persona.
Medonha.
Peçonha.
Enfadonha.
Um poço de castelos de areia.
Uma floresta incendiada.
As cores vivas.
Chamuscadas.
Criança perdedora.
Redentora.
Redentora.
Abandonar, deixar, terminar, acabar.
Algo morreu.
Mesmo que antes não se queira.
Inevitável.
Iremediavel.
Uma úlcera.
Indigestão mental.
Amorosa.
Chorosa.
Não morro emoção.
Te quero razão.
Fada envenenada.
Formato liso de saudade.
Mesmo sabendo de seus males queria salvá-la.
Transformá-la, mas sem resposta.
Fecha porta.
Eu entendo.
Não era o tempo.
Seria no futuro.
Mas agora desgastado e estragado, se foi o tempo.
As vezes acho certo, as vezes acho errado.
Ter te amado, amado eu te ter.

Leandro Borges

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