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23 de abr de 2007

O amor, sim o amor.

O amor
sim o amor.

Entre um sonho e outro vejo
Entre fogo e goles
sinto a amor no peito.

Um sabado de sol,
domingo no parque.
Dentre tantas formas de luz,
se faz serena e tranquila.

As verdade quase que perfeitas
As flores me falam de amor.
Os raios do sol me trazem alegria.
Em pleno dia sinto
o que não sei explicar.
O amar, forma pratica do sentimento.

O vento me traz um suspiro.
Mesmo que em chamas eu continuo
amando, sim amando como sempre amei.

O verdadeiro


O amor é inexplicavel sentimento.
És de um não expressar que flui.
Teu rio incolor e polifacetado.

Ele está em tudo de belo
que há neste mundo.
No inteiror dos puros corações.
Reservado, profundo.

É que nos dá alegria
nos faz ver tudo melhor.
Conforta, protege e guia
e que me faz cantar feito decor.

O amor não chega para ninguém.
Ele sempre esteve lá
esperando por outro alguém.
Como um sonho bom.

É sua intensidade
a dor, que nos faz forte.
Pois nem tudo é rosas
mas se verdadeiro, ressistirá.

Leandro Borges

Folhas Secas


Debaixo desta árvore estou escrevendo.
Em seu tronco escrevo meus sonhos.
Envolta de folhas secas estou dilacerando.
Meu coração está seco, se desfarelando.

Ao redor desta árvore, posso ver.
A arvore cresce alimentada dessas folhas.
Até que a ultima folha caia
terei de esperar, ou talvez, saia.

Mas seus troncos não ei de encontrar
pois eles estão a crescer.
Crescer sem parar, para o infinito ir.
Os troncos são sonhos a ser realizados.
São simples, são todos sonhados.

Em cima de seu tronco
ao topo, na copa
está seu único fruto, intacto.
Ei de merece-lo; que nunca se viu
mas todos sabemos que está lá.
Pois cada um há de acreditar no amar.

Leandro Borges

Furor da vida


Juntarei todas a minhas verdades e mostrarei
a grande vontade de voar e voar!
O mundo na palma da mão me faz maior.
Quero a vida pelos quatro cantos, pelos caminhos
do desconhecido e pelas varias descobertas.

Quero um mundo de coisas que vou atrás.
A minha alma sente sede, fome e carência de algo mais.
A sede me faz sonhador, daqueles que sonha
como o último dos seres: desbravador.

A vida como furor do fundo de minha essência.
O belo é o belo por si só.
Nesses instantes de sanidade ou loucura, dizem o que sou.

A vida está de caso comigo, não tenho medo em confirmar.
As paixões que ela me dá, os sentimentos e as verdades.
A vida és vida por si só.
E eu só posso seguir assim: a minha jornada.

Leandro Borges
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