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18 de out de 2016

Acredito na vida. Acredito no amor. Sigo caminhando. Por mais descaminhos e desencontros que passe. Acredito na vida. Acredito no amor. Leandro Bastos Borges

9 de mai de 2016

"Não corra atrás do ouro."

Ganhe dinheiro o suficiente para passar a maior parte de tempo com seus familiares, para desfrutar a vida, para vivenciar tantas coisas maravilhosas que nos são reservadas, mas com o sangue no ouro não podemos. O ouro cega, e ao fim virá pó. Já os corações inflamados, esses são eternos! Leandro Bastos Borges

13 de mar de 2016

Equizo-Boiada Brazuca Bi-Polar Revolution 2.0 ou Diablo Outrém

Será que o diabo veste farada?
Será que o diabo veste verde-amarelo?
Será que o diabo veste vermelho?
Será que o diabo tem cara pintada?

Será que ele torce pra algum time-partido político de futebol?
Será que ele veste realmente veste farda?
Será que o diabo é do time do black bloc?
Será que ele tem a estrela vermelha?

Endiabramos um aos outros com o intuito de expurgar os nossos próprio dilemas, incongruências... nossos próprias sombras.

Sombras projetadas nos outros criando diablos alheios,
dividimos nosso ser em dois,
e projetamos o lado sombreado nosso no outro.

O Di a bo, o dividido, a divisão da minha sombra em outrem.
"Não, eu não tenho sombra.
Não.
Não, eu visto vermelho, não
eu visto camisa da seleção, não.
eu uso farda, Não!"

Não, não é por aí!!!

Eles querem o país esquizofrênico, os lados antagônicos querem.
Eles o Brasil um contra um. Nós contra Eles.
Eles querem um brasil dividido, Bi-Polarizado, Antagonizado, Doentio: Um Brazil Equizo-BiPolar, de um sítio a estado de nervos.

Sejamos mais que a doença.
Sejamos mais que o diablo-divisão.
Sejamos mais que opiniões-ideologias.

Não vamos deixar nos impor verdades absolutas alheias.
Esse papinho não cola mais, não bota esse cartaz de guerra.

Façamos Sexo, Façamos Fodas Revolucionárias ao invés de Panelas nas Janelas Enferrujadas. Mais foda, menos boi.

Façamos Arte, Façamos a parte que lhe cabe na sua particular revolução.

Muito mais ajudar um irmão que cuspir Masturbar Políticos que não merecem a vida nossa doada em sangue frio.

Nossa vida vale muito mais que Privatização Estrela Vermelha& Tucana.

Nossa foda é um gozo que não pode ser dada por impostos.
Faça a sua verdade, na siga a boiada vermelha, não siga a boiada pintada de verde a amarelo, não siga a boiada de farda, a boiada blackblocada.

Buscar a individuação é o primeiro passo pra real revolução.

Leandro Bastos Borges

1 de mar de 2016

Ratxs-Porcxs à Brasileira!

Viva o Brasil e sua lama tóxica, de Vale em Vale, de Planalto em Planalto. Até chegarmos ao Manancial da Lama Tóxica Brasileira, Planalto Central. Brasilia cheia de Ratos, Ratazanas e chafurdam na Lama Tóxica. Plantam Lama, Colhem Lama. Ratxs-Porcxs à Brasileira!

CoraçãoDharma

Que o universo e a mãe terra lhe deem toda energia para realizar os teus sonhos, e que teus sonhos sejam realizado pelo Dharma, que o circulo abra, e abarque os todos os corações em um só abraço, em um só coração.

Gigantes em fé

Tudo nos é dado pelo universo, precisamos apenas acreditar e agir somos mais fortes que ousa crer nossa fã filosofia/ideologia. Universo de infinito prover, universo de infinito aprendizado. Tudo que vem podemos aprender, transformar e ReSer. Tudo nos é dado em potencial pelo universo, precisamos apenas colocar em ação, com um nível de crença alto, com a sabedoria que nem sempre acertamos, mas sempre temos o alvo como meta. Mantenha a sua fé na vida. Mantenha o seu caminhar firme. Erga a sua fé, eleve ele para um nível mais forte. Não deixe que a sombra projetada de outrem te abale. Reforce a sua fé, mantenha a força. Erga a sua fé e dos seus. Todos aqueles que seu coração conecta, somos em realidade um mega-coração todos unidos e fundidos. Em verdade não somos ponto, somos circulo. Quando sua fé abalar profundamente o circulo te abraçará. Somos as asas de outrem, e outrem as nossas. A vida não é fácil, mas a crença, fé e esperança de um melhor porvir sempre! São de batalhas que se vive essa jornada terrena. Alegria por cada respiração, cada novo sopro de vida. A vida é sopro e vendaval. Mantenha a sua fé na vida, erga a sua fé, e contigo erga um mega-levante. Juntos somos gigantes em fé!

Explode e florifica, Explode e frutifica

Vou sair na rua, preciso uivar, preciso voar, preciso cantar! Sim, na rua! - entre as estrelas e a lua crescente Deixar que o vento, seja lento Brisa Sem Sertão, só Asfalto Sem Contradição, Só o Universo a minha frente Mergulho onde quero Vivo meu Eu sincero Não cultivo passado Queimo a cada dia Sou Fogo Sou Chama Sou Pira Me vou pra rua Rueiros em Bares Trameiros Transamos Brisas Sim na Rua, entre a multidão de falsos-vagalumes. Entre Montanhas Cubicas, Entre Vales Quadrados. Morcegos e Grunidos São Paulo Escorre pelas Ruas Faço Poesia Pura, 24 Kilates Vou Pra Rua, Pois é de Poesia que Me Abasteço nas Ruas! Das Ruas, pros rio urbanos, e dois sóis madrugais vamos as casas. Nas tocas de ondas Nikeis e Árabes, uivo em outras língua, danço-queimo em outros corpos, sinto tua pele nua Selvagem. Do meu fogo com teu fogo, fazemos Incêndio na Liberdade. Corpo Laço em Volúpia sem Fim! Opera nas Notas Ígneas do teu Corpo, Vejo Constelações no nosso gozo Quartã. Nossos olhos fundidos, nossos corpos com a Sede Primal. Corpos Nús, Poesia na Cama, Poesia na Rua. Bella Agusta, ítala-brasileira de personalidade forte. Escorro tua via, como lava incandescente, São Paulo floresce na Garoa, Explode e florifica, Explode e frutifica!

Vale Dark-Down-AntiNatural

Ele veio e nos mostrou o quanto Vale uma vida, na Bovespa vende e compra a Vale, e quando a Vale mostra o quanto Vale, nos perguntamos quanto Lucro Vale uma vida? VIDAS? De tão doce virou lama tóxica, ó Vale santo Vale. Sagrado é o Lucro que soterra vidas? Vale do Rio Enlameado-Tóxico Ex-Doce! Pior que um Doce que Amargou, São as almas a perambular pelo Vale Dark-Down-AntiNatural Onde Carne Vale, onde Sexismo Vale? Onde Vômito Vale, Abobrinha Vale? A Morte veio veloz, galopando em ondas de lama até o mar. Poesia à Brasileira, bem vindo Esse é Ó Brasil. Onde Pindorama é Morta, e eles riem..

ahora

Aqui é só brisar sua vizar sua vecito maior onda brother buena onda vibras de más allá gracias a la vida agradecido pela garoa e pelo chuvisco garuva buena

Brasil em queda livre

Quanto mais eu luto, mais luto enfrento. Estamos de preto, em pé, bradando por um país morto. A luta continua, e a morte também. Quanto mais eu luto, mais luto enfrento. Em marcha fúnebre protestamos, uma causa perdida de um morto perdido. Esquecer os mortos ou lutar mesmo após a sua morte? Quanto mais eu luto a luta vã, mais o luto escorre como lama tóxica. Os bares estão fechados, os sorrisos estão fechados, as esperanças estão fechadas, as portas estão fechadas, o túnel está fechado. Quanto maior a luta, maior o luto. Causa perdida, Bala perdida, Vida perdida. Sem hospitais, sem escola, sem transporte, sem terra, sem teto. Terra Brasilis veste luto, retrocesso, descaso, hipocrisia. Quanto maior é o luto, maior é o funeral. Caindo ladeira a baixo, cai e cai mal. Salários caem, empregos caem, moeda cai, vidas caem. Despenca a dignidade do cidadão brasileiro, em luto. Quanto mais se protesto planta, mais morte se colhe. Marcha fúnebre de caboclos tortos. Não há carnaval, não há olimpíada e não há hospital. De doente à defunto, mais um luto somado a milhões na República do Êlaiá! Quanto mais eu luto, mais o país caí. Queda livre, forte, ruma a além do fundo do poço. Não há poço, apenas um buraco negro. Buraco em luto, país em luto, mas eu continuo a lutar. Poesia que não cansa de bradar, gogó que não canso de gritar. Já não parece real, aparece real, queda real. Nós vestimos luto, o Estado veste ouro roubado. Cada real roubado, vira joia roubada, pela corja que diz que nos representa. Quanto mais eu luto, mais luto enfrento: em queda livre. Leandro Bastos Borges

Ao meditar no sertão: velho chico estrangulado

Ao meditar no sertão, ser tão aqui tão agora; como a flor do cerrado. Aurora Burití, de mil caminhos solares. Sertão. Cheio de explosões de cores. Peles Douradas. Ao Sol, A Fogueira. A moda de viola embala os sonhos. Há Janelas Abertas da Mente, Transcende Tempo & Espaço. Ritual Quântico Xamânico Orixá Indigna Ancestral: Força da Mata Veredas de Iluminação, onde cirandas compõe nossas missões. Aonde há mãos dadas, há esperança. Explodem, mais que Explodem cores. Miscigenação bonita. Sou o aboio e o boi. Sou Miração. Sou Sertão, Visão, Visagem. O interior do interior de mim mesmo. Há um rio Vivo no sonho, o velho Chico. Acordo e o velho me parece a desaparecer. Como um vulto de uma lembrança, de um quase alguém, que nem sabemos quem é mais. Um rio, que aprendeu a ser riacho, e vai virar é pó. Pelo ouro roubado, pelo assaltar da benzedeira. Velho Chico, de idade estaria ainda mais viril, mas aqui é brasil-brazil, e cabral ainda manda. Ou seria agora o Tio Sam? a Coroa Inglesa? Os Iluminatis? Terra de extração, ainda escrava ainda vã. Antes de 1500 havia guerra, mas era mais digno. O Cerrado era cerrado, Caatinga, caatinga, Mata Atlântica, Mata Atlântica, Amazônica, Floresta amazônica, Pantanal, Pantanal, Pampa, Liso, Campo, Sertão: Aos Sertões. Canto, recanto, encanto da terra de mil corações, mil cores. Cirandeiro das boas ondas, Candeeiro de Santa Luzia, entre paz, amor, força, união, fé e canto. A pedra do teu anel, brilha com o Sol Central. Renasço a cada flor, a cada super nova. Alquimista da Magia natural, somos Cavalo e Cavaleiro. Herdeiros. Teia e Aranha. Flor e Beija-Flor. Somos a Vela e a Chama. Entre os Arcanos Maiores, cartas entre Personagens. Um Rio Grande de toda uma vida, velho chico já foi Grande. Hoje é estrangulado pelos meninos d'ouro, pelos Jagunços do Capital. Ser tão sereno! Paranauê? Cuidado, mas não ando só, e quando caio, caio bem. Sou capoeira, sou caboclo, sou grito-alforria. Na República do elaiá. o grito do planeta fome, grita mais e mais alto. No Sertão Atual, Na Babilônia dos Bananas: Sertão devastado é tudo aquilo que vemos, é o que sobrou do "progresso".

Soul Natureza

Eu sou a natureza, eu vivo em mim. Eu vivo na natureza. Eu sou brisa, luar e mar. Eu vivo em mim. Eu natureza sou. Soul satisfy, thanks light, thanks light workers. Love we belive! Natural-Total Amor-Total Máximo Respeito Haux Haux Haux Lux Lux Lux Tudo posso naquele que me fortalece. Babilônia é ilusão, Soul Natureza!

Sal Pesado Sal

Pré Sal é pra temperar agudamente o colapso-hecatombe ambiental mundial: Poluição! Tenho orgulho que temos a tecnologia pra ajudar a acabar com o mundo. Orgulho de ser brasileiro. Orgulho da Poluição!

brasil, meu brasil estrangeiro

brasil, meu brasil estrangeiro meu amado caixa dois-eiro vou cantar-te nas tuas tramóias vou cantar as teus vãos castelos de areia. brasil, meu brasil zombeteiro brasil de toda flor roubam o nectar e toda flor brazil, hi tão brazil comemos gloria futebolistica de votar acreditamos na grande mídia somos tão marginais, adoramos nossos sambas imortais. Somos a lâmina e todo desvio. Brasil, é bem brasil sonegado, meu brasil pré-salado. É na salada do nosso orgulho e nossa glória que não temos vergonha de ser brasileiro, não! A gloria é sempre a gloria, como a gloriosa bandeira! Amamos o brasil coxinha ave tão nida paulista. Queremos todo o poder, todo power e todas luzes. Comemos petróleo, somos feliz em simples sorriso. brasil, teu brasil estrangeiro meu amado lava-jateiro, vou cantar-te nas Olimpíadas! Amamos Renan, Amamos a ti Brasil Nação. Vamos andar de mãos dadas na rua, vamos passear. Vamos andar com coleira. Vamos amor, vamos amora? Somos A Onda! Educatos, EDucados, Edukators! Somos o feijão, o arroz e o carnaval. Sambamos no abismo.

Haicai, Amor Haicai: Berço da Memória

Ela era o meu amor, ela era a minha amora: hoje só sobrou saudade.

1 de jan de 2016

Vil brasil querido


A idoneidade da maioria dos brasileiros é uma piada sem graça.
É raro encontrar um prestador de serviços que não burle para tirar vantagens.
É uma revolta sem tamanho que me toma o corpo, impunidade sempre vem abraçada.
A desesperança de um povo sofrido que merece o sofrimento, por ser vil.
Por tornar a vida mais áspera do que ela já é.
A falta de valores humanos é mãe da criação de todos esses monstros brasileiros.

Filhos da preguiça, do descaso, da impunidade, da ilegalidade.
Filhos de caboclos tortos.
Mortos de alma, feios de coração.

A dor escolhe a ti, povo preferido
que por vezes ferido pela lei do retorno.
É por vezes suborno, por vezes propina.
Os três poderes entupidos de cocaína.
É uma valsa-samba de falsa rima e amor.

É a morte.
Povo de sorte
por ainda não ser banido por Deus.

É asco.
É podridão.
Mendigos comem o lixo do hospital
comem orelhas, vísceras e pulmão.

Pus e desgraça.
Falta de moralidade.
Descaso imbecil.
Sim és brasil
uma pátria da boçalidade.

Terra de um cristo de pedra
estendendo os braços para o assalto.
Falsa religiosidade, falsa alegria.

Povo triste, de morte e desespero.
É uma bala perdida em cada despedida.
É um assalto em cada esquina.
É uma vida sofrida, um medo constante,
infestado de carniça, raça brasileira da preguiça.
É de total descompromisso, és omisso e vulgar.

Porcos vestindo verde e amarelo.
Sois povo incrédulo e desconhecedor da tua própria terra.
Está terra que é roubada, és pátria amada que foi currada.
Os aborigines foram lesados, sois eternos desalmados.

O ipiranga é por vezes poluído,
terra de escarro, regurgitado e cuspido.

Falsa alegria de Carnaval, que na favela, vila,
falta comida, falta esperança, um povo que se cansa
de ser eternamente esquecido.

Morte em cada assalto a mão armada.
Não é só um carro, uma casa e uma carteira
é uma liberdade e paz roubada.

É um nada que nos toma ao invés da esperança.
São de tantos relatos que cansa
os poderes sentados, isolados.
Admirados de comer ratos cheios da pança.

É a vingança de um page desolado:
"que nessa terra ao que viver um estrangeiro
serás o primeiro a morrer pelo teu próprio fel
serás morte doce e fiel".

És de tanta baixaria, o povo que da morte dos outros sente alegria.
Uma corrupção sem tamanho, que vem desde a padaria, e não por ironia
vai até Brasília.

É uma normal sequência de fatos, não espanta que dessa mesma massa
tenha uma autoridade com a mesma idoneidade que um porco de terno
ou policial de propina, um empresário falsário larápio.

É farinha do mesmo saco
que eles não cansam de fazer lagartas e aspirar.
Brasil feito de pó, fome e desespero.

É a morte certa à brasileira.
É a terra do cão, do demônio-porco
que se chama "jeitinho".

São criadores dessa aberração, demônio de mil patas
cospe merda, fala merda, e hipnotiza as vitimas
traz de artimanhas e desdobra, cria a ilusão da resolução.
Feito de improviso e sem competência...
É um jeito de viver a vida como um porco-jeitinho-brasileiro.

A massa porca elege o presidente boçal e está feito o Carnaval.
Vai brasil, da um jeito de sobreviver roubando, sonegando, "corruptando", trapaceando e matando!

Ela é carioca, ela é carioca...
Ele é traficante, ele é traficante...

Leandro Borges
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