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2 de mai de 2009

nuvem negra

e se eu te visse na lanchera
que bom que era
ou um pesadelo

sentaria ao meu lado e conversaria
ou então traria um defunto ao teu lado

tiramos mutuamente a inocência
quando partiste
outra camada me foi tirada
conheci em carne viva a maldade do mundo
e nada, nunca mais, meu mundo nunca mais foi igual

Uma prisão do coração ainda lembra de ti
depois de tantos anos; engraçado que pra ti
alguns meses depois já seriam muitos e muitos carnavais...

A flor da pele
ultrasenssível
perdido, desorientado

Sem esperança nem razão
Talvez reviver ainda essas dores seja um trauma mesmo.

Leandro Borges

Um comentário:

joão pedro wapler disse...

este poema é muito legal. é uma mini-história com laços poéticos.

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