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5 de nov de 2007

Não me canço de dizer


São quatro horas da manhã e eu não me canço de olhar os teus olhos.
Aqui aos teus pés, de joelhos, mais próximo posso ver o brilho deles. São raios fortes como o sol. Assim concluo que as estrelas, antes de tu nasceres, tinham menos brilho. Que a palavra amor não tinha sentido. Que respirar não havia um porquê. Que o meu sonho era apenas uma nuvem. E ao verte, entendi que tu eras o próprio. Depois de escutar-te tudo mais me parece ruído. Tudo mais me parece em preto e branco. Tu vens e colore. Não me canço de dizer...
São cinco horas da manhã e eu...

Leandro Borges - 05/11/2007

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