Seguidores

12 de mar de 2010

Um palhaço? Um brinquedo? Ou um pênis?

O teu olho tem mel, mas por que?
O que eu sou pra ti?

Um palhaço?
Um brinquedo?
Ou um pênis?

Tem a notícia de mim por terceiros...
Mesmo eu querendo te ignorar o destino nos coloca lado-a-lado.
Mas por quê?

Coca cola não é o suficiente para matar a tristeza do teu ignorar.
Eu queria ter a tua varinha de condão.
Deixar teus caninos livres.

Meu sangue ainda escorre nesse solo.
Tão perto de cometer uma loucura que nunca seria valorizada por ti.
O teu medo matou aquele bonito elo que tinha entre nós.

Tuas curvas são bonitas, não posso negar.
Mas os teus olhos foram o que encantaram primeiramente.
Não os olhos em si, mas sim o recheio da tua alma.

Eu pude beber neles
e ver neles.
E vi por eles.

Agora uma falsidade é que tu me oferece... talvez seja o que sempre estava em cartaz e eu não tinha percebido.

Bem mas ninguém me tira da cabeça a nossa ida ao templo budista... e não é qualquer garota idiota que me levaria em um lugar desses, ainda mais virados de uma madrugada regada a cerveja.


Leandro Borges

Nenhum comentário:

Creative Commons License
Poesya, não burguesia! by Leandro Bastos Carneiro Borges is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Vedada a Criação de Obras Derivadas 2.5 Brasil License.
Based on a work at poesyas.blogspot.com.
Permissions beyond the scope of this license may be available at http://poesyas.blogspot.com/.