Palavras não são necessárias.
Elas não sentem o calor da dor!
Engarrafando nuvens...
Redescubra o que te faz vibrar, aí está a tua fonte a jorrar
Está aí, o brotar do teu brilhar
Não desacredita do teu potencial maravilhoso
Sejas quem sempre foi, o mago das cores, seja livre e feliz: de frutos
Venda a sua arte com honra e responsabilidade
Vamos arriba com o conhecimento vamos adelante com as ideias de amar e mudar as coisas.
Acredite no poder das cores, acredite no poder do brilho
Correcção importante:
Our Rise
Our Spine
Our Honor
Our Magic
Our Shine
In Jah We trust
Torna-te quem tu eras e esqueceu
Acorda pra quem teu espirito é faz\tempo, muito além desse tempo carnal
Mais de dez vezes essa experiência de tempo encantatório
És muitas profissões e habilidades, basta recorda-las
É preciso recordar o mandelbolds que pertences, mas são muitos
Não se fixe ao pensamento cerebral pra entende-la
Sinta o conhecimento dentro do teu coração
Use a intuição pra acessar informação
Saibas que não estas sozinho, somos muitos: somos artistas e curandeiros e cientistas e xamãs
Vamos usando o coração para colar todas as partes
A vida é realmente uma grande collage, a melhor cola é o amor
Unir sabedorias e servires e criações e artes expressas
Vamos arriba e adelante
É preciso ter coragem energia e acção pra mudar a si e após ao mundo
Não esmorecer
Agradece pelo dia dado e busque despertar todos teus eus, depois de acordar
Oscuro es el tiempo y leves
las sonrisas de los días.
El día asume su palidez
de infante: su regocijo se
expresa en las noches
del amor y la venganza.
Es la hora de los muertos,
ahí donde surgen los pálidos
rostros de niños consumidos
por el viento.
Largo es el camino y oscuras
las sonrisas de los días.
(Las tumbas conservan sus
viejos temores, los hombres
sus viejos escritos
y los niños nacen
con nuevos
rencores en los labios).
Y allí donde el día se ofrece
(oscuro regocijo de hierbas caídas)
abro mis ojos a la luz del amor
y de tus labios.
Agosto ha pasado ya.
Duras primaveras
acosan mis olvidados
recuerdos.
(Las cicatrices
del tiempo y del olvido,
lo cicatrices del odio
y el amor,
las llanuras de sangre
abiertas con la mano,
los campos desolados
por la sed y el amor).
Es la hora de la sangre
y del clamor.
ahí donde vibraban
los viejos clarines,
allí donde sonaban
los viejos sonetos,
vibran y suenan
los días oscuros
del tiempo y del amor.
Los muertos esperan
felices los truenos
pacientes,
y los ríos congelados
aguardan la llegada
del verano.
Verano, viejo sólido,
nada podrás contra
la ardiente tiranía
de la primavera.
Redoblados soplos del amor
sacuden el corazón y los ojos.
(Es la luz de la vida y
de los días. Es el castigo de la
muerte y de las noches).
Recojo y siembro las semillas
del amor;
camino entre noches
oscurecidas por
el vino,
pregunto a la tierra
y a los montes,
arranco montañas
de odios y tumultos:
¿Qué son las tardes
al lado de la paz,
qué son los montes
al lado de los sueños,
qué son los ríos
a lado de las lágrimas,
qué son una sonrisa,
un llanto,
un estremecimiento,
un
rostro,
una
mano
si día a día
mueren
las hierbas
en los campos,
si día a día
caen en sus
noches
los árboles
del amor y
del silencio?
En los ríos del otoño,
mi sangre, mi muertos,
mi amor, las hierbas caídas,
mis labios, las cicatrices
abiertas,
se fundirán como
una primavera,
se unirán como niños
jugando,
en el eterno renacer
de nuestros corazones.
Ode ao Homem que o Sistema não Conseguiu Comprar
Eu te conheço, irmão.
Conheço tua assinatura no papel
que nunca foi teu,
conheço o número de registro
que o mercado tatuou no teu pulso
antes mesmo de te perguntar o nome.
Vinte anos depositando
na conta de outro homem
o suor que saiu do teu próprio fígado,
da tua própria nuca inclinada,
dos teus próprios dentes cerrados
nas madrugadas em que a máquina
exigiu mais do que o teu corpo tinha
e você deu assim mesmo.
Porque é assim que funciona, companheiro.
É assim que a engrenagem foi desenhada —
para que o teu esforço
construa o patrimônio de quem
já tinha patrimônio antes de nascer.
Mas havia algo que o contrato não previu.
Havia um homem dentro do contrato
que não cabia nas cláusulas,
que estourou em silêncio quando devia estourar,
que virou a mesa quando a mesa
era a única linguagem que restava,
que desceu ao fundo do próprio ruído
e não se afogou —
aprendeu a respirar lá embaixo.
O sistema chama isso de instabilidade.
Eu chamo de recusa.
E hoje, neste dia de maio ordinário,
enquanto os mercados abrem e fecham
indiferentes como sempre foram,
um homem atravessa um pátio
com suas coisas nas mãos
em direção a uma porta
que tem a sua chave.
Não a chave do zelador.
Não a chave do proprietário.
Não a chave provisória do inquilino bem-comportado.
A tua chave, irmão.
Forjada em vinte anos de fogo
que o documento de compra e venda
não tem vocabulário para descrever. 🏆
Eu te amo, mas me afastei.
Não te peço perfeição, mas essa ciranda do vício, desse fora-de-controle....
É demais pra mim. Tu estas em mim e permanecerá algumas semanas, mas preciso caminhar..
Quero teu bem, tua liberdade e a tua alegria.
Te amo de longe, bem longe, bem longe, por dias tristes, mas sigo.
Nosso crush de namoro, foi tão forte, tão inevitável..
Eu choro e vou continuar chorando. Me deixa, e me deixa ser eu.
Fraco, rosto triste, músicas tristes, poemas tristes, poemas de natureza, de luz, de esperança e de cor.
Eu sou apenas isso, eu amo, mas amo muito, e homens e mulheres que amam demais.
O demais nos pesa, o difícil nos pesa, o sofrimento nos pesa.
Aguento tudo no ferver da vida, no osso, na luta, na revolução da vida.
Se isso é fraqueza, que seja fraqueza-resiliente-resistencia-que-chora, e pelo cantar que curo meu coração. É por perdoar, e pedir perdão.
Bom mas eu agora, depois de cantar, ao dançar... aí me liberto de toda dor.
Gracias Deus, Gracias Mãe, Gracias Pai, Gracias Julian Casaclancas, Gracias Daft Punk e Gracias Mãe Terra e Gracias Universo:
Ainda sinto teu gosto na boca.
Ainda sinto o bater do teu coração.
Eu tenho que abandonar a barca, pois com a tempestade de pó eu não posso.
Contra todos esses abutres em volta de ti, eu não posso mais.
Contra todo esse ruído interno teu, eu não posso mais.
Contra toda esses lagartinhas brancas que insistem entrar em ti, eu não posso mais.
Contra toda essa mistura de remédios psiquiátricos e álcool, não posso mais.
Contra toda essa onda vampira que insiste em estar nesse universo, não posso mais.
Contra esse alcoolismo travestido de "boemia inocente", não posso mais.
Eu realmente tenho que abandonar a barca, pois há uma outra galera me esperando.
Busco um Porto Seguro, um Porto Alegre, uma Doca onde eu possa abarcar meu velho barco,
sem maiores ondas, sem mentiras, me manipulações, sem chantagens emocionais, sem tempestades, tufões de pó, tsunamis de álcool etílico, guerras e guerrilhas, longe da selvageria de todo ruído de todo ódio e todo ruído de toda raiva. Fujo meu Barco de toda opressão reprimida, toda opressão projetada outrora também sofrida, gerando correntes de opressão ao próximo. Uma estrutural cultura de objetificação e manipulação e abusivas relações.
Não há como seres a minha Guria, pois quem é de todos, quem é do pó e pinga, não tem livre arbítrio, está destinada a toda a dor e todo o sofrimento sem fim, até que o fim do pó ou do ser seja o fim.
É claro que te amo, mas há muralhas brancas dividindo o nosso elo de casal.
Muralhas brancas, tão gigantes, soterraram toda a possibilidade de união.
Muralhas brancas que te fazem refém dos problemas que por ela soterra e que por ela retroalimenta teu clico de ruído.
Busco um amor de paz, busco um amor em harmonia, busco um amor sem vícios.
Não desonre toda a ajuda que eu te dei, não desonre a vida da tua filha que eu salvei.
Eu necessito urgentemente abandonar essa barca, tu foi rumar perto do pó, e assim se perdeu de mim.
Entre eu e o raio, eu; ficou com o pó.
Enquanto continuares Raivosa, eu continuarei distante.
Enquanto continuares alcoólica, eu continuarei distante.
Enquanto insistir em se autossabotar, eu continuarei distante.
Enquanto não fizeres terapia e abandonar essa vida tóxica física e mental e psicologica:
eu continuarei distante.
Leandro B. C. Borges
Saudo todos aqueles que conseguiram se libertar dos padrões estéticos impostos pelo sistema, mas sem perder a saúde.
Saíram da ilusão que é a Imagem, a Imagem em si não existe, é apenas uma figuração da realidade.
Visto ao nível atômico, há muito mais vazio que massa em realidade.
A Imagem é uma ilusão para iludir as mentes e os corações.
Ao se libertar da Imagem, ganharás novos olhos, olhos que veem além forma, cor, textura, brilho, intensidade e forma de onda.
Ao ganhar novos olhos, ganhará uma nova vida, aonde ajudar outrem é natural e não mais uma imposição.
Seguindo a natureza do nosso coração abundante e amoroso, aprenderas a compartilhar, partilhar, doar, trocar, dar, escambar e abraçar a dor de outrem.
Somos luz em ascensão, precisamos nos aglutinar como um conglomerado de estrelas para enfim juntos brilharmos mais e prosperando junto, sem competições. Apenas a abundância da vida e seu partilhar.
Saibam quem são seu mestres na vida, o coração, astro rei de nosso ser, ama, desde bebe, intensamente, esse mundo, mas não deixamos que o que os olhos supostamente veem seja uma armadilha para o seu viver.
A Imagem é uma ilusão, aquilo que transborda o coração, isso é real.
A Imagem oxida, sempre, com as areias do tempo, sopram nossa carne envelhece.
A Imagem ilusória, que com o sinais dos anos corroem a cada momento a carcaça do ser.
A imagem que tenta ser, parecer ser, aquilo que nunca foi de seu interior.
A Imagem é Ilusão, acorde pra real vida.
O Patroleo está na gasolina, mas não se esqueça está no plástico também.
Não adianta ser vegano e comer plástico.
Ame sem olhar a quem.
A Imagem é a ilusão do mundo material, a matéria é uma ilusão.
Não.
Nossos espíritos são reais e vivem pra sempre.
O amor prevalece ao fim.
[Ler ao som de Marília Mendonça - Troca de Calçada]
Rila , não me julgue tão cedo. Tu não percebeu que eu sempre fui o mesmo, e ao mesmo tempo muito diferente daquilo que o sistema tentou me transformar. Sistema que destrói coração, mentes, saúdes e vidas.Eu ainda sigo fugindo do padrão doentio do sistema, como sempre. Mudei muito a minha forma de encarar o mundo. Não há porque carregar pesos que não são meus. Não, eu nunca fui esse cara estressado que tentaram me impor. Não, eu não mais reclamo de tudo, isso era apenas um comportamento parental criado pelo exemplo em casa. Mas eu mudei, mudei muito e claro que algumas coisas continuam iguais.
Minha vida tem uma coleção imensa de feridas, de cicatrizes, de traumas e bullying, mas tu não sabe nem um terço da minha história. E eu me lembro muito bem tu meu sonho, e tu em calçada oposta, e me via com desprezo. Olhos que apedrejam a minha alma. E acredite, eu choro, e como dói. O nojo da tua cara.
Sigo, com meu coração, congelado, mas ainda vejo o sol todos os dias, tenho a esperança de uma grande primavera me tirar de tudo isso. Eu era apenas um rapaz, com ainda esperança, com ainda vigor de vida, um vigor de amar.. e agora o que sobrou?
É óbvio que eu já pensei em me casar um dia, mas com a pessoa errada, por desespero; jamais.
Sim, sim, eu me sinto levado partes de minha vida, sim, sim, eu sinto ainda as lembranças de quase-amores que se foram, como a espuma branca do esquecimento lento e certeiro. Como uma foto, nossa, toda colorida, toda derretida, toda escorrendo cores, toda ela com as cores a se mesclar, em uma profusão de cores, borramos as vidas derretidas em cores, e cores e mais cores e um transbordar de cores.
Me sobraram as cores: e isso me basta
Além dos pixos, além da poesia concreta fria, além dos grafites e murais. Além das Urbes e Rurais.
Abraçado em árvores centenárias.
Me sinto em casa.
Apenas dos calos, ainda sido tocando a vida.
Como um feliz Marinheiro feliz: em mar revolto.
Como um feliz Redemoinho, ventando água por todo sertão da alma.
Como um beija-flor de cristal, fazendo a revolução em cores, vida, dignidade e nutrição.
Como um super-heroi lado C, libertando as almas e abrindo espaço pra vida abundante em arte.
Vivendo e latindo a beleza em estado da arte, pois é de arte que é feita cada atomo do meu corpo e luz.
Sem medo de viver, sem medo de ser feliz!!!
Como em uma eterna tarde de minha infância, volto na memória pra me lembrar de tanto coisa que aprendi ao morarem uma casa, com pátio, gramado, horta, árvores, mascotes e alegria.
Volto pra poder olhar por um segundo, tudo ao redor, em 360º ver toda a vida vibrante daquelas tardes.
Aprendi a subir em árvores.
Aprendi a buscar minerais.
Aprendi o valor de uma amizade.
Aquela sensação de o tempo não importar de existir, e quando se vê o tempo voou. Bricavamos como se não houvesse tempo. Apenas quando alguém de fora nos avisava parávamos. Essa sensação de tempo correndo veloz, faz tanto tempo que não sinto.
Alias lembre que sempre que estava tudo tão bom e mágico de especial o momento, o tempo me escapava pelas mãos. Como o tempo tem a qualidade de areia e vento ao mesmo tempo.
Como pode o tempo nos ser assim tão cruel?
Talvez seja por isso que busco esse segundo congelado do passado. Onde as memórias coabitam com nossas falsas memórias.
E por vezes o nosso pensamento pode encrespar es já não sabemos mais pra que rumo tomar. Perder a bússola e ficar a esmo no caminho. Perdido muitas vezes em emoções tão grandes, que de ansiedades me estouravam pânicos e eu não sabia nem identificar. Apenas escutava para parar de roer as unhas.
Contrastando a essa dor tinha a alegria de estar em lugar novo a explorar. Aprendi pela força do destino ser um explorador de gramados, de quadras, de obras em construção, em obras abandonadas. Aprendi a explorar sozinho esse planeta por vezes hostil e frio. Alias, foi no frio que minha infância tomou corpo.
A solidão que por vezes me bati, que me fazia chorar rios, ao encontrar com amigos, todo esse mal ia embora.
Mas o que é estar só?
O que é a dor da solitude?
Qual é a cor da solidão?
Com quantas ausências se faz uma solidão?
Minha infância ainda vibra dentro de mim, como um mil sóis a resoar na minha mente solar.
Lembro das tardes com aquela mescla de frio e calor na psicina. Uma cidade fria, mesmo no verão ainda é fria, para um não-nativo dessa terra. Lages é feita de frio, geada e pinhão.
(Continua)
Foi que eu lembrei da tua criada narrativa sobre a minha pessoa.
Lembrei do que falastes há 18 anos atrás.
- "Tu se apegou a mim."
Pois hoje maduro o suficiente pra ter consciência dos meus atos passados, vejo o que na realidade criaste uma mentira, uma farsa para todos acreditarem.
Percebe que a minha praga que te joguei pegou?
Casaste, tiveste 2 filhos e por fim acabou.
Assim como acabam todos os carnavais.
Purpurina grudada no chão, com esperma, líquidos vaginais, serpentinas, pedaço de carne podre humana, um anel de brilhante perdido no meio do salão.
Faz dois carnavais que eu não pulo, faz 18 meses que não há festa, festinha, balada, rave, apenas um micro barzinho com muito protocolo e pouca diversão a depender do dono do bar.
E sigo feliz e só, melhor que ser tolher a liberdade imposta.
A arte alimenta a alegria, a arte alimenta a alegria da minha alma, a arte alimenta a minha alma, a arte é o que pulsa nas minhas veias abertas. Por vezes ferida, por vezes calejada, por vezes lavrada, açoitada e maltratada.
Quando eu te encontrei, foi como uma união de universos que queriam se conhecer.
Te admirei por tudo que me falaste da tua caminha, árduo caminho.
Houve tantas trocas, e tanto aprender mutuo, nossas convivência.
E eu gosto da tua presença, e apenas estar é o bastante.
Com muito medo por muito tempo de me abrir com alguém, consegui contigo ser eu.
Mas e o Mundo? O meu mundo ao redor não acreditaria nesse suposto absurdo que é estarmos juntos.
Gostaria de ter uma varinha mágica, de mudar os tempos, mudar meu tempo, para eu te conhecer antes quando poderíamos sincronizar nossas idades.
Eu sei, eu não consigo largar esse espirito livre ao invés de viver um amor fechado.
Não me leve a mal, não me sinta mal.
Eu te amo. Não consigo te prometer exclusividade da minha vontade.
Eu vivo dividido nesse desejo e o amor.
Eu encontrei, mas agora pode se esvair pelas mãos; amor a dois é uma coisa difícil de lidar.
De quaisquer formas, quero te dizer que toda a tua força e ajuda a mim, eu nunca, mas nunca vou esquecer. Quando me senti como um animal sozinho acoado, bunkerizado e isolado e solitario parece que veio como um anjo para me salvar e todo o mal diante de nossos olhos a grande Tsunami-Monstro a se criar.
Talvez eu nem seja digno de tua vida acolher a minha. Saiba que foi muito importante pelo menos por alguns momentos me sentir protegido. Sinto muito a falta de uma força coletiva que se ajuda mutuamente.
Agradeço pela praia, agradeço pelas cores, agradeço pela cidade dos cristais, pela parceria, por estar ao meu lado, por me escutar, por dar valor ao meu universo.
Agradeço pelo apoio emocional, psicológico e alguma ajuda mutua no material.
Estou em dívida contigo, por honra e justiça.
Eu tenho certeza que te amo, mas não posso ser só de te.
Sei que lendo assim seco pode parecer frio.
Mas amor livre não consegue ficar em preso.
Eu vou repensar e reflexionar sobre todos os meus sentimentos.
Um amor proibido? Imoral?
O que eu quero de te é companherismo, lealdade e carinho.
Por mais livre que seja, não quero te ferir jamais.
Se preciso for, a distancia te cuidarei.
Eu amo, e necessito liberdade.
Será que isso não é amar?
Jamais poderia ter escrito isso se não passassem por uma pandemia mundial, doída, mortífera e congelante.
Aos que nunca passaram e lerem isso, saibam que nunca terão a real dimensão da tragédia, apenas após passar por ela, mas aqui venho dar um um relato-poema-vivencia de um poeta sobrevivente.
"Boy, you gonna carry that weight. Carry that weight a long time." (The Beatles)
A vida, ainda que confinada continua a ser vida. Com o medo morando em toda parte, fora de casa.
A vida ainda se torna ainda mais sensível e frágil e com ainda mais itens que sobreviver no planeta pandêmico.
Com os protocolos sanitários internacionais de ação para proteção da saúde coletivo. Não subestimar o inimigo. Saber quem é o vetor. Evitar o vetor e proteção contra ele ao máximo. Criação de protocolos a mais, pessoais, para maior proteção, dado a reflexão, vivência, experiência de vida, filosofar e pensar no mundo microbiológico.
Acreditar nas vacinas, acreditar nas máscaras, acreditar na proteção do sistema imunológico, acreditar no resistir e adaptar e valorizar a vida, o coletivo da vida, que o direito coletivo esteja sempre acima do direito individual.
Não há direito de ir e vir para não-vacinados. Não há desculpa pra não tomar a vacina contra a pandemia.
Vacinar-se é um ato de amor ao próximo.
Cada vida importa no planeta, precisamos rever nossas acções.
Eu ainda me lembro. Dos dias de tarde ensolarados da infância. Do frio pelas frestas da casa de madeira, pelo feixe de sol, que os gatinhos ao pé da lareira brincam.
O sorriso da minha vó. A simplicidade de estar feliz apenas por me ver.
Perdi tanta coisa, o que me sobra por entre as mãos?
Memórias bonitas no bagagem e um sorriso.
Descendo a Carlos Trein Filho, caminhando apressadamente, com a mente aflita, com o coração e mente acelerados, com a aflição do porvir, do temeroso futuro projetado bem a sua frente.
Olha pro lado, olha pro muro, olha pro pixo que lhe fala claramente:
- Aguenta Firme
Claramente em sua mente fica translúcido toda a verdade, o universo vem a conversar com ele e lhe falar a resposta. Aprendeu a perguntar e dialogar com o universo, e sabia que o lugar e tempo menos esperado o universo sempre responde, ao seu tempo, no tempo natural, e apenas para olhos e ouvidos e mentes bem abertos.
Sabia que era um tempo de trevas e pressões e dores temporárias. Que a luz ao fim iria prevalecer.
Até que certa tarde, no meio do parque, com toda aquela solidão atroz nas suas costas pesando como toneladas de lixo tóxico, a voz no universo me sopra com uma brisa vespertinamente:
- Você não está só, olhe ao redor quanta vida ao redor que te faz pertencer a esse planeta lindo. Sinta-se acompanhado, pois a fauna e flora são teus irmãos também.
Mas calmo e sabio, acalmei dia a dia meu coração aflito, com cantares, criar novas canções e dançar a luz do sol e da lua.
Hoje sei que o "aguenta firme" era real, hoje sigo firme com meu destino na ponta da minha lança do querer.
Que esse brilho siga firme ao luzir do sol e da lua.
Ao purificar.
Chamo pra fala a Lux:
"Eu tenho escondido minha luz por tempo demais."
"O mundo já viu escuridão por tempo demais."
"Eu não tenho segredos obscuros - eu tenho segredos brilhantes"
"Continue acreditando."
"A melhor tática é nunca desistir."
"Tenha coragem na luz!"
"Por justiça, e todas as coisas brilhantes!"
"Nunca negue quem você é."
"A vantagem da luz é que ela nunca morre".
"Todos nós brilhamos - como
um diamante."
"Perder é apenas uma oportunidade de brilhar ainda mais."
"Sempre há luz na escuridão."
"Pela Luz."
Leandro Borges
USAREI ESSE BLOG PARA UM CONCEITO MAIS AMPLO QUE POESIA
COMO DIÁRIO, DIÁRIO-POESIA, POESIA E FORMAS LIVRES DE TEXTO
A REVOLUÇÃO 2022 JÁ CHEGOU
pão e circo, nada ultrapassado
leões aos cristãos
nas arenas vazias
bares clandestinos, subterraneos, trancafiados, sem ventilação, com cheiro de morte
o ceifador faz a festa à brasileira em festa tropicana,
leva uma floresta de centenas de milhares de mortos: milhões
táticas de combate nada ultrapassadas, as mesmas armas de Hitler, continuam atual, seja Fernandinho, Luís, Dilma, Temer e o palhaço Maior: Bolsonaro - propagam suas ideias pras ideias programadas em realities off-lines
a fome mata
a desinformação mata
o corona mata
o caos em circo
chamado:
rasilB
Sei que teu amor é real.
Alias como é algo tão raro.
Tento ser o melhor pra ti, só não me pede demais.
Como livres somos, como livres vamos permanecer?
Amor não idealizado, amor de viver, ao tempo do amor permanecer, como uma árvore.
Sei que o teu amor é de verdade.
Pergunto pro tempo, porque desse tempo entre nós?
Parece que na minha vida sempre tem algum vetor deslocado.
Preciso fazer força para forçar a minha natureza a tentar se enquadrar em uma realidade enferma.
Acredito que as formas são prisões.
Acredito que os padrões são prisões.
Acredito que as projeções são ilusões.
Sinto o teu abraço, e unidos assim somos tão verdadeiros e felizes.
Fico emocionado ao lembrar de te encontrar, como encontrar uma boia em alto-mar, antes da mega-tempestade.
Agradeço a ti por existir na minha vida, te agradeço por eu existir na tua vida.
..
Sou Alegria, pois em mim vive a centelha Divina de Vida.
Sou ainda esperança e perseverança e acção.
Sou grande nele, pois nele eu descanço e ele me protege.
Ao senhor que aumenta os meus dias, pois só ele tem meu tempo.
É o senhor dos senhores que guarda a cada dia o meu caminhar.
Meu coração está guardado pelo rei dos reis.
Sou a alegria de respirar que vibra aqui.
Amor é verbo de acção e sem devaneio.
Amor é de prosperar sem projetar: idear-recriar e nada fazer.
Amor é pela benevolência de doar.
Amor é verbo que se faz com força, suor e deflorar de satisfação.
Amém
Asè
Puravida
Namastê
LMB
Confesso em bites minha solidão, sem almas por perto.
Saudade de um casa cheia, mas não um em cada ilha.
Tenho saudades daquilo que nunca tive.
Busco no brilho do sol, da lua; um momento de alento.
Percebo o vento bater em minha face.
Sopra pra longe todo o pensamento pesado.
De onde vem tranquilidade que aquele cara consegue fingir..
Chora pela vida que não conseguiu alcançar.
A vida poderia ter sido mais leve, mais tranquila, mais feliz.
A vida poderia ter sido mais fixa, mais em paz, em mais amor.
Sou o ex-filho do que me considera ex-pai.
Sou e luto contra quem luta contra a luta de que está em luto.
O colibri resiste a toda tempestade.
O quadro chora, sim o quadro de ex-heróis chora.
Lerandro Milford Bastos
Como pode um universo abrir aos teus pés.
E ainda assim eu busco um amor, uma família e filhos.
Buscando a cada passo, um chão pra manter-me.
Cansado de ser marginalizado por ser Artista..
Um triste país e tempo para ser o que se é.
Brilho, o brilho dos olhos de minha mãe.
Alegria que me escapa dos dedos.
Pandemônios que corroem corações e sonhos.
Ser a luz que liquida toda ignorância.
Ser apenas líquidos, deslizar em si.
Em fluência sem fim.
Que o amor abrace meu magma.
Leandro Bastos Borges