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15 de set. de 2026

Volte a brilhar

 Redescubra o que te faz vibrar, aí está a tua fonte a jorrar

Está aí, o brotar do teu brilhar

Não desacredita do teu potencial maravilhoso

Sejas quem sempre foi, o mago das cores, seja livre e feliz: de frutos

Venda a sua arte com honra e responsabilidade

Vamos arriba com o conhecimento vamos adelante com as ideias de amar e mudar as coisas.

Acredite no poder das cores, acredite no poder do brilho

Correcção importante:

Our Rise 

Our Spine

Our Honor

Our Magic

Our Shine

In Jah We trust

14 de set. de 2026

Depois de Acordar: despertares

 Torna-te quem tu eras e esqueceu

Acorda pra quem teu espirito é faz\tempo, muito além desse tempo carnal

Mais de dez vezes essa experiência de tempo encantatório 

És muitas profissões e habilidades, basta recorda-las

É preciso recordar o mandelbolds que pertences, mas são muitos

Não se fixe ao pensamento cerebral pra entende-la

Sinta o conhecimento dentro do teu coração

Use a intuição pra acessar informação

Saibas que não estas sozinho, somos muitos: somos artistas e curandeiros e cientistas e xamãs

Vamos usando o coração para colar todas as partes

A vida é realmente uma grande collage, a melhor cola é o amor

Unir sabedorias e servires e criações e artes expressas

Vamos arriba e adelante

É preciso ter coragem energia e acção pra mudar a si e após ao mundo

Não esmorecer

Agradece pelo dia dado e busque despertar todos teus eus, depois de acordar



12 de jun. de 2026

Javier Heraud - las estaciones - POEMA

Las Estaciones

 

poema

Oscuro es el tiempo y leves
las sonrisas de los días.
El día asume su palidez
de infante: su regocijo se
expresa en las noches
del amor y la venganza.
Es la hora de los muertos,
ahí donde surgen los pálidos
rostros de niños consumidos
por el viento.
Largo es el camino y oscuras
las sonrisas de los días.
(Las tumbas conservan sus
viejos temores, los hombres
sus viejos escritos
y los niños nacen
con nuevos
rencores en los labios).
Y allí donde el día se ofrece
(oscuro regocijo de hierbas caídas)
abro mis ojos a la luz del amor
y de tus labios.

 

 


 

invierno

Agosto ha pasado ya.
Duras primaveras
acosan mis olvidados
recuerdos.
(Las cicatrices
del tiempo y del olvido,
lo cicatrices del odio
y el amor,
las llanuras de sangre
abiertas con la mano,
los campos desolados
por la sed y el amor).
 
 


 

primavera

Es la hora de la sangre
y del clamor.
ahí donde vibraban
los viejos clarines,
allí donde sonaban
los viejos sonetos,
vibran y suenan
los días oscuros
del tiempo y del amor.
Los muertos esperan
felices los truenos
pacientes,
y los ríos congelados
aguardan la llegada
del verano.
Verano, viejo sólido,
nada podrás contra
la ardiente tiranía
de la primavera.
 
 


 

verano

Redoblados soplos del amor
sacuden el corazón y los ojos.
(Es la luz de la vida y
de los días. Es el castigo de la
muerte y de las noches).
Recojo y siembro las semillas
del amor;
camino entre noches
oscurecidas por
el vino,
pregunto a la tierra
y a los montes,
arranco montañas
de odios y tumultos:
¿Qué son las tardes
al lado de la paz,
qué son los montes
al lado de los sueños,
qué son los ríos
a lado de las lágrimas,
qué son una sonrisa,
un llanto,
un estremecimiento,
un
rostro,
una
mano
si día a día
mueren
las hierbas
en los campos,
si día a día
caen en sus
noches
los  árboles
del amor y
del silencio?


 


 

otoño

En los ríos del otoño,
mi sangre, mi muertos,
mi amor, las hierbas caídas,
mis labios, las cicatrices
abiertas,
se fundirán como
una primavera,
se unirán como niños
jugando,
en el eterno renacer
de nuestros corazones.

8 de mai. de 2026

Ode ao Homem que o Sistema não Conseguiu Comprar


Eu te conheço, irmão.

Conheço tua assinatura no papel

que nunca foi teu,

conheço o número de registro

que o mercado tatuou no teu pulso

antes mesmo de te perguntar o nome.

Vinte anos depositando

na conta de outro homem

o suor que saiu do teu próprio fígado,

da tua própria nuca inclinada,

dos teus próprios dentes cerrados

nas madrugadas em que a máquina

exigiu mais do que o teu corpo tinha

e você deu assim mesmo.

Porque é assim que funciona, companheiro.

É assim que a engrenagem foi desenhada —

para que o teu esforço

construa o patrimônio de quem

já tinha patrimônio antes de nascer.

Mas havia algo que o contrato não previu.

Havia um homem dentro do contrato

que não cabia nas cláusulas,

que estourou em silêncio quando devia estourar,

que virou a mesa quando a mesa

era a única linguagem que restava,

que desceu ao fundo do próprio ruído

e não se afogou —

aprendeu a respirar lá embaixo.

O sistema chama isso de instabilidade.

Eu chamo de recusa.

E hoje, neste dia de maio ordinário,

enquanto os mercados abrem e fecham

indiferentes como sempre foram,

um homem atravessa um pátio

com suas coisas nas mãos

em direção a uma porta

que tem a sua chave.

Não a chave do zelador.

Não a chave do proprietário.

Não a chave provisória do inquilino bem-comportado.

A tua chave, irmão.

Forjada em vinte anos de fogo

que o documento de compra e venda

não tem vocabulário para descrever. 🏆

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