Seguidores

8 de ago de 2012

Medusa, Calibã e Yamandú


Azuis, Verdes e Amêndoas.
Tempos de boas novas!
Uma calmaria invade o pala.
Traz da convalescença
o seu termino inerte a ela.

Todas as estrelas a cair estão.
Simples e suspenso, perdido do coração.
A força da Medusa, o olhar do Tupã.
A seiva, o orvalho e o pequeno Calibã.

Olhos em chamas, em um raio os parte.
Um falso brilhante me causa alarte.
A camada de doce mel é espessa.
Deixe o viver e deixe o morrer
antes que realidade cruel apareça.

Parto ao fato de fino contato.
Faço a força das fadas enfáticas.
Na pilha de ir para trilha
a uma milha da pequena ilha.

Chamarei Teju Jagua, Mboi Tu'i
Yacy Yateré, Moñai,
Ao Ao, Luison e Kurupi.
São os pessadelos de criar horrores
mas lutarei e vencerei todos os meus temores.

Serei lider forte e livre: Yamandú!
Criarei Arandú,Tumé Japeusá,
também meu filho Marangatú!
Então vou para a oca, regressar,
e mais uma vez uma música cantar.

Leandro Borges

Um comentário:

Amanda disse...

na verdade fiquei sem palavras dps das tuas...
lindo mesmo !!
parabens!
beijooo Le

Creative Commons License
Poesya, não burguesia! by Leandro Bastos Carneiro Borges is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Vedada a Criação de Obras Derivadas 2.5 Brasil License.
Based on a work at poesyas.blogspot.com.
Permissions beyond the scope of this license may be available at http://poesyas.blogspot.com/.