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21 de mai de 2010

Uma tulipa que adormece


amor!
paixão!
razão da minha vida!
cura da minha ferida!
guarida da minha alma.
norte dessa vida bandida.
és meu pão,
minha comida!
trago-te como minha preferida.
meu veneno:
minha bebida!!!

é adormece num sonho que abre as portas para o nosso paraíso
no teu sorriso é guardado a alegria que me contagia
o brilho dos teus olhos dela me fez mudar o meu mundo
e nada mais foi igual, tudo agora é pleno e simples
é explosivo e plácido, é apimentado e doce
é no teu coração que posso dormir tranquilo
e é com a tua presença que meu mundo se completa

uma tulipa que adormece entre o M, o P, e o B
não sei o que admiro mais: a boca-flor, os olhos-flor,
os seios em flor, o cabelo e a flor ou presença do florir.
sonha, que o sonho é a chave para o nosso paraíso

e no raio da tua íris vejo conservado o frescor de cada lugar,
cada instante, cada gesto, cada cultura, cada paixão, cada dança,
cada movimento, cada canção, cada valor e cada cor - na tua íris
posso viajar e permanecer, posso ousar e posso repousar, no brilho
do teu olhar eu vejo o nosso primeiro beijo, nele acredito e nele
sigo - é uma chama e um oráculo, um portal da minha alma para tua,
foi por ele que recebi a flecha de Eros e foi por ele que o meu
mundo nunca mais foi o mesmo.

seja como for, és uma flor

- Do teu amor: Le

Leandro Borges - Dedicado a Gabriela Steinhaus Martins - 28/03/09

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