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20 de fev de 2012

Condessa Vermelha

Alicerces que sustentam um mundo maravilhoso.
Um espetáculo em tela, fogo e aquarela
em voltas e revoltas de um sonho fabuloso.
Feito em noite de verão, juntos: real.

Segue o veloz e belo de um animal mui branco.
Encontra a luz de um caminho não tão feliz.
Luta contra as flores mortas, é preciso.

É curioso, vemos viceras de um mundo sujo.
É escuro, miolos expostos e decompostos.
Vamos mudar o mundo, irrigaremos com arte.

Anda meio avoada pelas calçadas.
Longe vai seu pensamento sonoro.
Imagina e almeja um mundo mais digno.
Cativa as almas que a rodeiam.
Entoa tons vermelhos mergulhados no fogarel.

Eis que vejo um grifo no seu mundo.
"Alaïs", alias de mais nobre alma.
Princesa da terra sagrada encanta ao falar.
Condessa da vexin jovem amante.
Alix, em um oceano dourado.
Uma vida em esperança que acredita.

Dança entre seis pontas, pés voadores.
Escreve em outras letras.
Desliza pelas nuvens de fantasia.

Leandro Borges - à Alice Castiel

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