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30 de nov de 2007

Uma borboleta escondida


Em meio a correnteza
conduzo com destreza
com suave delicadeza
a fina flor do teu sexo.

Me arde a ferida do desejo
Percebo em teu longo beijo
uma borboleta escondida.

Um perfume doce que exalas em mim
te rega em meu corpo
transforma esse pouco
em muito: sem fim.

A mescla das alegrias
transformando este céu
em um mar de tintas
banhadas em ouro, sonho e mel.

Os corpos se unem.
As memórias dormem.
Os instintos se libertam.
As almas felizes transbordam.
Os prazeres desnudos se completam.

Leandro Borges

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